Mas não os mates, ó Senhor, nosso escudo,
se não, o meu povo o esquecerá.
Em teu poder faze-os vaguear,
e abate-os. Pelos pecados de sua boca,
pelas palavras de seus lábios,
sejam apanhados em seu orgulho.
Pelas maldições e mentiras que pronunciam, consome-os em tua ira,
consome-os até que não mais existam.
Então se saberá até os confins da terra
que Deus governa Jacó. Eles voltam ao cair da tarde,
rosnando como cães
e rondando a cidade. À procura de comida perambulam
e, se não ficam satisfeitos, uivam.