Do fruto de sua boca
o homem desfruta coisas boas,
mas o que os infiéis desejam é violência. Quem guarda a sua boca
guarda a sua vida,
mas quem fala demais acaba se arruinando. O preguiçoso deseja e nada consegue,
mas os desejos do diligente
são amplamente satisfeitos. Os justos odeiam o que é falso,
mas os ímpios
trazem vergonha e desgraça. A retidão protege o homem íntegro,
mas a impiedade derruba o pecador. Alguns fingem que são ricos e nada têm;
outros fingem que são pobres
e têm grande riqueza. As riquezas de um homem
servem de resgate para a sua vida,
mas o pobre nunca recebe ameaças. A luz dos justos
resplandece esplendidamente,
mas a lâmpada dos ímpios apaga-se.