De quem são os ais?
De quem as tristezas?
E as brigas, de quem são?
E os ferimentos desnecessários?
De quem são os olhos vermelhos? Dos que se demoram bebendo vinho,
dos que andam à procura
de bebida misturada. Não se deixe atrair pelo vinho
quando está vermelho,
quando cintila no copo
e escorre suavemente! No fim, ele morde como serpente
e envenena como víbora. Seus olhos verão coisas estranhas,
e sua mente imaginará coisas distorcidas. Você será como quem
dorme no meio do mar,
como quem se deita
no alto das cordas do mastro.