Como pendem inúteis as pernas do coxo,
assim é o provérbio na boca do tolo. Como amarrar uma pedra na atiradeira,
assim é prestar honra ao insensato. Como ramo de espinhos
nas mãos do bêbado,
assim é o provérbio na boca do insensato. Como o arqueiro que atira ao acaso,
assim é quem contrata o tolo
ou o primeiro que passa. Como o cão volta ao seu vômito,
assim o insensato repete a sua insensatez. Você conhece alguém que se julga sábio?
Há mais esperança para o insensato
do que para ele.