se Deus se dispusesse a esmagar-me,
a soltar a mão protetora
e eliminar-me! Pois eu ainda teria o consolo,
minha alegria
em meio à dor implacável,
de não ter negado
as palavras do Santo. "Que esperança posso ter,
se já não tenho forças?
Como posso ter paciência,
se não tenho futuro? Acaso tenho a força da pedra?
Acaso a minha carne é de bronze? Haverá poder que me ajude
agora que os meus recursos se foram?