pois eu socorria o pobre
que clamava por ajuda
e o órfão que não tinha
quem o ajudasse. O que estava à beira da morte me abençoava,
e eu fazia regozijar-se o coração
da viúva. A retidão era a minha roupa;
a justiça era o meu manto e
o meu turbante. Eu era os olhos do cego
e os pés do aleijado. Eu era o pai dos necessitados
e me interessava
pela defesa de desconhecidos.